domingo, 20 de dezembro de 2015

Ultimo gole da ultima garrafa
tateando as paredes, ânsia na porta

Meu rosto contra o espelho com a tinta vermelha da minha pessoa
Tentando apagar o que não fui

Punho cerrado beijando
a parede
Gritos surdos, presos no meu ouvido

Meu estomago espalhado pelo chão
Tudo que me nutria
Um rio no qual não me afogo

Esta sendo muito difícil
respirar.

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