E eu que quis ser um pouco de você
Estar um pouco em você
Me restou as paredes e os gestos
Pintei, rabisquei e gritei
sobrou eu
Nem vastidão e recesso
nem solidão e retrocesso
Pensei ser e já fui
Patinarei e sairei de fino e fininho
Me disserammmmmm
Quem sabe tu saiba
e viva devagar
Sim eu gritei e foi um monte
mas foram dos gritos mudos que ficam no peito
E eu olhei não se engane
ou quis no fundo da alma sincera
Eu bailei sozinho no funda da minha imaginação
encostado no rosto da amiga
perdição
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
sábado, 27 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
Flagelo
Os alienígenas quando olharem para a terra do espaço
enxergaram uma grande balde de café, coca cola e bitucas de cigarro...
enxergaram uma grande balde de café, coca cola e bitucas de cigarro...
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Lá estava eu, mais um dia
Bebendo, querendo não ter
repetindo email, mensagens e poemas
Eu estava lá de frente a mais um abismo
tentando voar como se o amanha não
fosse nada
Sim, lá, querendo não ter
querendo te ter querendo teus beijos
Lá estava eu, embriagado pela vida
fazendo os trabalhos cotidianos, já vividos e repassados
na beira de uma boca de cena
com as mãos tremula.
Bebendo, querendo não ter
repetindo email, mensagens e poemas
Eu estava lá de frente a mais um abismo
tentando voar como se o amanha não
fosse nada
Sim, lá, querendo não ter
querendo te ter querendo teus beijos
Lá estava eu, embriagado pela vida
fazendo os trabalhos cotidianos, já vividos e repassados
na beira de uma boca de cena
com as mãos tremula.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Quem sabe o que me aguardou ali
no passo da esquina
no passo da esquina
Caos cantado a beira do rio
Pensado e não pensado
Não quero ser sem sentir nem viver sem olhar
Sem sentido de não ser o sensível pomar de castanhas violetas violentas
Me pergunto, sente?
vive?
come?
dorme?
faz?
Esta ai pequeno passo de ser
Aqui eu tenho dor
Aqui tenho uma tentativa de vida
Pega teu, o meu e o nosso
e o dele também
pega pra sentir, pega pra capar
Olho e no fundo do olho
frio como o dedo
que puxa o gatilho
Frio como o coração
como a mira em minha cabeça
Que sente de sentido
pega o teu, o meu, o nosso e o dele...
quarta-feira, 4 de junho de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Onde esta a cabine, se não aqui
aqui nesse poste de luz, luziada, luzariu
Pequena penete palavra repete
Sincerisimus, sincerisimas
Que repete e repete e amortece
E a cabine, onde esta?
Esse motivo que nos pega
arremessa e amassa
atras da porta olhando em nossos olhos
selvagem, tanto que nos deixa estáticos
sem chão nem tática
Amassa, as massas se atraem
se machucam, sem verdade
sem o querer mais simples
aqui nesse poste de luz, luziada, luzariu
Pequena penete palavra repete
Sincerisimus, sincerisimas
Que repete e repete e amortece
E a cabine, onde esta?
Esse motivo que nos pega
arremessa e amassa
atras da porta olhando em nossos olhos
selvagem, tanto que nos deixa estáticos
sem chão nem tática
Amassa, as massas se atraem
se machucam, sem verdade
sem o querer mais simples
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