Começou o jogo... Foram palavras finitas que escutou antes que os espectadores, o teste havia terminado, atravessou a porta pelo seu ideal. Naquela noite todos estavam mortos e ele gostou, isso era a pior dor que poderia sentir e sabia que seria algo que não iria esquecer tão logo.
O som retornou, eram gritos e risadas que o queriam morto, afinal quem gostaria de mais um concorrente na guilda, mas ele queria vingança contra todos que abandonaram seu pai, em sua mente uma frase se repetia, -Tomar o lugar de Dorian não sera fácil, mas é possível.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
A cigana
E a cigana entrou na casa como uma rainha
-Leio sua mão e sua sorte em apenas uma linha
E o velho lhe deu a mão com muito medo
-O que vê ai minha senhora?
-Vejo mal agouro, cuide de sua saúde!
E o velho saiu triste
Entrou o homem
-O que esta a minha espera?
-Hum, vejo fortuna e felicidade
O homem saiu como um trem
A mulher grávida quis tentar
-A minha senhora, será uma bela criança!
A mulher satisfeita se foi
Eu entrei com o pagamento dos outros
-Meu senhor, posso ler sua mão?
Estendi mesmo não acreditando
-Senhor poeta...pare de escrever
-Leio sua mão e sua sorte em apenas uma linha
E o velho lhe deu a mão com muito medo
-O que vê ai minha senhora?
-Vejo mal agouro, cuide de sua saúde!
E o velho saiu triste
Entrou o homem
-O que esta a minha espera?
-Hum, vejo fortuna e felicidade
O homem saiu como um trem
A mulher grávida quis tentar
-A minha senhora, será uma bela criança!
A mulher satisfeita se foi
Eu entrei com o pagamento dos outros
-Meu senhor, posso ler sua mão?
Estendi mesmo não acreditando
-Senhor poeta...pare de escrever
sexta-feira, 28 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Que dor em meu peito
Que dor ah de bater
Se peito não ha mais
Se coração negro esta
Que minha vida em vermelho esta
Se no verde posso repousar
Oh verde de caliçes verdes
Oh verde de vidas verdes
Olhe o céu que vive parado
Olhe o véu que vive a mexer
Sinta o ar sinta o verde
Olhe o verde olhe o vermelho
E a cada instantes surgens
Novas vidas, novas noites
Novas cores e novos amores
O preto da minha vida
Não é mais preto
Agora é verde de veludo
E no verde vai ficar
Que dor ah de bater
Se peito não ha mais
Se coração negro esta
Que minha vida em vermelho esta
Se no verde posso repousar
Oh verde de caliçes verdes
Oh verde de vidas verdes
Olhe o céu que vive parado
Olhe o véu que vive a mexer
Sinta o ar sinta o verde
Olhe o verde olhe o vermelho
E a cada instantes surgens
Novas vidas, novas noites
Novas cores e novos amores
O preto da minha vida
Não é mais preto
Agora é verde de veludo
E no verde vai ficar
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
"Sou apenas um poeta
Sou apenas um boemio
Que chora amores perdidos
Que reclama de problemas vividos
Vivo hoje sem pai nem mãe,
sem patria amada
Vivo hoje a contar historias
mentirosas, de cara lavada
Estou a escrever coisas
perpendiculares a loucura
Estou a desejar coisas que
mais parece um toque de luxuria
Oh vida, Oh vento o que
seria de um boemio, se não
reclama-se da vida?
Sou apenas um boemio
Que chora amores perdidos
Que reclama de problemas vividos
Vivo hoje sem pai nem mãe,
sem patria amada
Vivo hoje a contar historias
mentirosas, de cara lavada
Estou a escrever coisas
perpendiculares a loucura
Estou a desejar coisas que
mais parece um toque de luxuria
Oh vida, Oh vento o que
seria de um boemio, se não
reclama-se da vida?
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Ah noites de verão
Noites de inverno
A saudade não muda
A saudade só aumenta
O tédio me consome
O tédio é minha vida
Que vida que nada
Apenas reprise do que vivi
Quem disse que vivi
Quem disse que estou vivo
Já parou para pensar
Já parou para fumar
Fumar o que?
Fumar a vida
Vida o que
Vida morta
Sensibilidade Sutil
De um amor em ruinas
Veredito Precipitado
Que vagas no noturno
Oh noites de inverno
A saudade não muda
A saudade só aumenta
Noites de inverno
A saudade não muda
A saudade só aumenta
O tédio me consome
O tédio é minha vida
Que vida que nada
Apenas reprise do que vivi
Quem disse que vivi
Quem disse que estou vivo
Já parou para pensar
Já parou para fumar
Fumar o que?
Fumar a vida
Vida o que
Vida morta
Sensibilidade Sutil
De um amor em ruinas
Veredito Precipitado
Que vagas no noturno
Oh noites de inverno
A saudade não muda
A saudade só aumenta
sábado, 12 de janeiro de 2008
Lembranças de .08
Novamente a felicidade escapa por entre meus dedos, não sei que maldição estas sobre mim que cada vez que amo alguem isto acaba tão rapido e sem remorso.
Vejo que estou perdido sem razão, eu emoção, a cada dia que passa estou mais ciente que este tal de amor não é bom mais sim uma mal agouro que persegues a mim.
Ó amor força nefasta que destroi corações e vidas olhe e veja a como faz mal a mim
Ó amor que já cansou de ferir meu coração não ves que já estou cansado de amar
Ó amor inimigo das saias e dos sapatos volte para pandora onde é seu lugar
Vejo que estou perdido sem razão, eu emoção, a cada dia que passa estou mais ciente que este tal de amor não é bom mais sim uma mal agouro que persegues a mim.
Ó amor força nefasta que destroi corações e vidas olhe e veja a como faz mal a mim
Ó amor que já cansou de ferir meu coração não ves que já estou cansado de amar
Ó amor inimigo das saias e dos sapatos volte para pandora onde é seu lugar
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