quarta-feira, 13 de junho de 2012

Toda vez que o sol se por
Toda vez que tentar, não te ter

Nenhum tempo se repete
Nenhum dia se apaga
Totalmente nos olhos
Das crianças amadas

No reflexo da água
Na água fervente
Nenhum tempo se repete
Nenhum dia se apaga

As caixas de remédio
Que trazem a cura armada
Me avisam dependência
Independência ou Morte!

Na sirene da ambulância
Ou no projetil disparado
Nenhum tempo se repete
Nenhum dia se apaga

No petróleo multi-face
Na industria justa
Felicidade a prazo
Tristeza a vista

Nenhum tempo se repete
Nenhum dia se apaga.

-Gustavo Herzog

sábado, 9 de junho de 2012

Pra que serve a poesia
por que tem que ter utilidade
pra que finalidade tu me quer?

Qual a finalidade da poesia?
qual a intenção em me ter
como assim servir pra algo
Eu sentia o corpo dela, cada respiração arfada cada gemido lascivo.

Até que ponto isso valeu

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Não existem palavras para isso, apenas tudo apenas nada
e eu sigo aqui perto e bem perto de você
mas um longe de abismo
por que não me basta ter teus lábios
Sem ter teu coração.