Que dor em meu peito
Que dor ah de bater
Se peito não ha mais
Se coração negro esta
Que minha vida em vermelho esta
Se no verde posso repousar
Oh verde de caliçes verdes
Oh verde de vidas verdes
Olhe o céu que vive parado
Olhe o véu que vive a mexer
Sinta o ar sinta o verde
Olhe o verde olhe o vermelho
E a cada instantes surgens
Novas vidas, novas noites
Novas cores e novos amores
O preto da minha vida
Não é mais preto
Agora é verde de veludo
E no verde vai ficar
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
"Sou apenas um poeta
Sou apenas um boemio
Que chora amores perdidos
Que reclama de problemas vividos
Vivo hoje sem pai nem mãe,
sem patria amada
Vivo hoje a contar historias
mentirosas, de cara lavada
Estou a escrever coisas
perpendiculares a loucura
Estou a desejar coisas que
mais parece um toque de luxuria
Oh vida, Oh vento o que
seria de um boemio, se não
reclama-se da vida?
Sou apenas um boemio
Que chora amores perdidos
Que reclama de problemas vividos
Vivo hoje sem pai nem mãe,
sem patria amada
Vivo hoje a contar historias
mentirosas, de cara lavada
Estou a escrever coisas
perpendiculares a loucura
Estou a desejar coisas que
mais parece um toque de luxuria
Oh vida, Oh vento o que
seria de um boemio, se não
reclama-se da vida?
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Ah noites de verão
Noites de inverno
A saudade não muda
A saudade só aumenta
O tédio me consome
O tédio é minha vida
Que vida que nada
Apenas reprise do que vivi
Quem disse que vivi
Quem disse que estou vivo
Já parou para pensar
Já parou para fumar
Fumar o que?
Fumar a vida
Vida o que
Vida morta
Sensibilidade Sutil
De um amor em ruinas
Veredito Precipitado
Que vagas no noturno
Oh noites de inverno
A saudade não muda
A saudade só aumenta
Noites de inverno
A saudade não muda
A saudade só aumenta
O tédio me consome
O tédio é minha vida
Que vida que nada
Apenas reprise do que vivi
Quem disse que vivi
Quem disse que estou vivo
Já parou para pensar
Já parou para fumar
Fumar o que?
Fumar a vida
Vida o que
Vida morta
Sensibilidade Sutil
De um amor em ruinas
Veredito Precipitado
Que vagas no noturno
Oh noites de inverno
A saudade não muda
A saudade só aumenta
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