Nem todas as pessoas são especiais em nossa vida
Mas todas as pessoas são unicas
Ser comparado é o pior erro
para um coração partido
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
domingo, 29 de novembro de 2015
Dois hojes...(2)
O tilintar dos óculos
As lentes se arranhando
O atrito nos queimando
Osso, músculo, sangue
Todos os focos nos
mostrando
e todas as estrelas observando
Seus movimentos lentos sobre mim
O suor
-Por que estamos de óculos ainda?
Pausa
Risada
Olhar
O frio passa
O vinho que faz o frio passar
E o frio de quem não passa, para, deixa
Sonho caminhado
Horizonte visto e almejado
Cansaço
Mas vivos lutando contra o frio
Sorrisos sinceros
O Olhar as vezes vacilante
As bocas com sede
De beijos, água e vida.
As lentes se arranhando
O atrito nos queimando
Osso, músculo, sangue
Todos os focos nos
mostrando
e todas as estrelas observando
Seus movimentos lentos sobre mim
O suor
-Por que estamos de óculos ainda?
Pausa
Risada
Olhar
O frio passa
O vinho que faz o frio passar
E o frio de quem não passa, para, deixa
Sonho caminhado
Horizonte visto e almejado
Cansaço
Mas vivos lutando contra o frio
Sorrisos sinceros
O Olhar as vezes vacilante
As bocas com sede
De beijos, água e vida.
Dois hojes...
É difícil saber que não sou mais com quem
tu quer realizar teus planos
Não ser mais quem escuta as tuas falas
libidinosas
Ou o alvo fácil para teus olhos
da cor desta estação
Saber que teu corpo pede
as mãos, beijos, fluidos e tudo
de alguém que não eu.
Todo dia é um vazio dentro
do corpo, o estomago, o peito
a garganta
ultima escolha.
Meu quarto ainda esta
cheio de nossas lembranças
tu quer realizar teus planos
Não ser mais quem escuta as tuas falas
libidinosas
Ou o alvo fácil para teus olhos
da cor desta estação
Saber que teu corpo pede
as mãos, beijos, fluidos e tudo
de alguém que não eu.
Todo dia é um vazio dentro
do corpo, o estomago, o peito
a garganta
ultima escolha.
Meu quarto ainda esta
cheio de nossas lembranças
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Cabeças quietas, xingamentos em sussurros
Falas que doem
Atravessar esse rio que me puxa, estrangula devagar, deva, AR!
Lama!
Não existe aquela passagem lá, só uma pedra sobre a outra
A verdade é um livro, e todos os capítulos não foram lidos
Passagem para algo
Uma pagina, Uni sono, monologo
Passou, passarei
E as tuas falhas morrem comigo, e os meus erros foram todos
Carrego o peso dos problemas do mundo.
E as tuas falhas morrem comigo, e os meus erros foram todos
Carrego o peso dos problemas do mundo.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Ultimamente não tenho nada a dizer
Só o olhar que procurar gestos gastos
A falta de reação do codigo reto e claro
Sentir, fato e vivo
O céu procura e eu procuro
Cabeças escondidas atrás da escada
Os passos deixaram uma saudade do
que nem aconteceu
Os passos passaram sem dizer nada
Passos cegos a bailar uma valsa muda
Só o olhar que procurar gestos gastos
A falta de reação do codigo reto e claro
Sentir, fato e vivo
O céu procura e eu procuro
Cabeças escondidas atrás da escada
Os passos deixaram uma saudade do
que nem aconteceu
Os passos passaram sem dizer nada
Passos cegos a bailar uma valsa muda
Assinar:
Postagens (Atom)